Originalmente, os tubarões surgiram há aproximadamente 400 milhões de anos. Para se reproduzirem eles costumam realizar grandes deslocamentos com o objetivo de procurar alimento. Devido a este esforço, é gerado um grande prejuízo energético e para minimizar essa perda eles se se alimentam sempre quando o suprimento é disponível. Assim, este apetite voraz faz com que se alimentem até de animais em estágio de decomposição. São carnívoros por natureza, devorando aves e até mamíferos marinhos, como é o caso do tubarão branco que se alimenta de leões marinhos.
Outros fatores também podem explicar o fenômeno: o aumento do número de surfistas e banhistas no mar, a crescente pesca de arrasto de camarão – com os barcos despejando restos da pescaria no mar que atrai os tubarões, entre outros motivos. De acordo com Fábio, são duas as principais espécies responsáveis pelos ataques: o tubarão-tigre (Galeocerdo cuvier) e o cabeça-chata (Carcharhinus leucas). Ambas são conhecidas pela sua violência e pelo seu grande apetite.
Também é importante saber que a maioria dos ataques ocorre quando o vento sopra forte de sul e sudeste. Nesses dias, as correntes oceânicas do sul para o norte ficam mais fortes, trazendo para perto das praias os tubarões que seguem as trilha de navios no porto de Suape.
No caso especificamente do Porto de Suape, os tubarões são atraídos pelos restos de alimentos e dejetos jogados no mar, seguindo as embarcações e aproximando-se da costa.
Para tornar a situação ainda mais difícil, um banco de areia se estende no mar a cerca de mil metros das praias recifenses. Entre essa longa faixa, com profundidade entre 1 e 3 metros, e a praia é formado um canal profundo (entre 5 e 8 metros), que se transforma numa espécie de refeitório para os tubarões atraindo várias espécies de raias, justamente um dos seus “pratos favoritos”. Com tantas facilidades de alimentação, os tubarões permanecem mais tempo perto da costa.
Para tornar a situação ainda mais difícil, um banco de areia se estende no mar a cerca de mil metros das praias recifenses. Entre essa longa faixa, com profundidade entre 1 e 3 metros, e a praia é formado um canal profundo (entre 5 e 8 metros), que se transforma numa espécie de refeitório para os tubarões atraindo várias espécies de raias, justamente um dos seus “pratos favoritos”. Com tantas facilidades de alimentação, os tubarões permanecem mais tempo perto da costa.
Nenhum comentário :